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BENVINDANÇAS

bem vindo ao tempo em que centopeia era carro de guerreiros/
bem vindo ao castelo do último vampiro associado ao último dos dragões/
bem vindo ao amor do amor amado na chama louca dos compassos sussurrados pelo deus dos relâmpagos clamados/

bem vindo à torre em que o pirata espreita o sono povoado da princesa, sabendo: conto de fadas é armadilha e só o otário espera compreensão/
bem vindo, sobretudo, à terra de uma política tão incorreta, que dizer o que pensa é obrigatório na luta pela vida que mantém a cabeça no pescoço

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quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

NIEMEYER

Oscar é aquele cara que agente quer morra nunca.

Oscar é uma curva aonde existir era um medo.

Conheci Oscar. Daddy era amigo dele, afora estão os dois mulherengando em alguma praia sobrenalturalmente curvosa e colorida, quem sabe, em Saturno, vespertiniando com Portinari, alguma piada que o Deus esqueceu de cobrir com os Mandamentos.

Porque Oscar trouxe a chama aonde havia apenas dese

rto, e inseriu a fonte na tirania das pedras, resultado: aprendemos a insaciável arte do sorriso, ansiosos que sempre fomos pelo deleite sagaz.

É difícil imaginar o que é o moderno sem ele, é impossível cantar sem a modulância da derrapagem do sonho.

Apenas andaremos, cômicos cavaleiros, sequer andantes, pois como andar sem utopia, como pairar nos ares absorvendo o azul pelo sonho mais voraz.

Oscar sempre foi o cara, aquele que veio e mudou a tristeza, como mera peça caída num xadrez cujo vencido vira ferro retorcido, e da sucata, eldorados desnudam da ferrugem palácios de uma raça que faz amor pelas canções de entrega.

Festeja, cara, hoje, sabemos, de tão ateus os anjos conhecem Deus.

Beijos, velho

<a rel="license" href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/deed.pt_BR"><img alt="Licença Creative Commons" style="border-width:0" src="http://i.creativecommons.org/l/by-nc-nd/3.0/88x31.png" /></a><br /><span xmlns:dct="http://purl.org/dc/terms/" property="dct:title">NIEMEYER</span> de <a xmlns:cc="http://creativecommons.org/ns#" href="http://ericoalvim.blogspot.com.br/2012/12/niemeyer.html" property="cc:attributionName" rel="cc:attributionURL">ERICO ALVIM</a> é licenciado sob uma <a rel="license" href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/deed.pt_BR">Licença Creative Commons Atribuição-NãoComercial-SemDerivados 3.0 Não Adaptada</a>.<br />Baseado no trabalho em <a xmlns:dct="http://purl.org/dc/terms/" href="http://ericoalvim.blogspot.com.br/" rel="dct:source">http://ericoalvim.blogspot.com.br/</a>.

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NENHUM SAGRADO SOBREVIVE

eu não desisti. aonde o feroz, ecoam delírios.atrocidades da alma e do vazio., matéria laminosa descomunando efêmeros. a louca suplanta argilas, é possível ouvir dos sapos - abismos. despencam tragédias e não há abrigo contra a tempestade, apenas chove, chove, e a moça do tempo prevê um iluminismo infecto, quando o pensamento vale menos que a artimanha dos fracos, aonde foices e fogueiras substituem elementares. lutadores de rua disputam a supremacia final pelo sexo, o subjugado gosta e busca o aniquilamento, aonde tudo esmaece, porque nenhum sagrado sobrevive ao acerto vertiginoso do dejeto

<a rel="license" href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/deed.pt_BR"><img alt="Licença Creative Commons" style="border-width:0" src="http://i.creativecommons.org/l/by-nc-nd/3.0/88x31.png" /></a><br /><span xmlns:dct="http://purl.org/dc/terms/" property="dct:title">NENHUM SAGRADO SOBREVIVE</span> de <a xmlns:cc="http://creativecommons.org/ns#" href="http://ericoalvim.blogspot.com.br/2012/12/nenhum-sagrado-permanece.html" property="cc:attributionName" rel="cc:attributionURL">ERICO ALVIM</a> é licenciado sob uma <a rel="license" href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/deed.pt_BR">Licença Creative Commons Atribuição-NãoComercial-SemDerivados 3.0 Não Adaptada</a>.<br />Baseado no trabalho em <a xmlns:dct="http://purl.org/dc/terms/" href="http://ericoalvim.blogspot.com.br/" rel="dct:source">http://ericoalvim.blogspot.com.br/</a>.


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