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BENVINDANÇAS

bem vindo ao tempo em que centopeia era carro de guerreiros/
bem vindo ao castelo do último vampiro associado ao último dos dragões/
bem vindo ao amor do amor amado na chama louca dos compassos sussurrados pelo deus dos relâmpagos clamados/

bem vindo à torre em que o pirata espreita o sono povoado da princesa, sabendo: conto de fadas é armadilha e só o otário espera compreensão/
bem vindo, sobretudo, à terra de uma política tão incorreta, que dizer o que pensa é obrigatório na luta pela vida que mantém a cabeça no pescoço

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segunda-feira, 27 de junho de 2011

MESMO que AMANHÃ não HOUVER MAIS


Quando amanhã não houver mais
eu virei sempre ainda uma vez
na quietude d'umas botas pontapisantes
de surpresas
beijando teus lábios de tenrices frutosas
e os teus olhos alados
e te deixarei rosas desenhadas
da minha boca sedenta
e chocolates delirantes
aos pés cujo toque na areia
inventa as ondas do mar

Eu virei mesmo que amanhã não houver mais
e sempre ainda uma vez
trazendo um amor tão maior
que mesmo que você durma
distâncias despovoadas
e mesmo que eu já não esteja mais aqui
de cada lágrima da saudade que te deixo no portão
um pássaro de cor nunca vista há de cantar
o amor
este amor tão imenso que te entrego sem temor
porque o amor declarado permanece na alma
p'ra te viver em sonho muito depois que eu me fo
r

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MESMO que AMANHÃ não HOUVER MAIS de ERIKO ALVYM é licenciado sob uma Licença Creative Commons Atribuição-Uso não-comercial-Vedada a criação de obras derivadas 3.0 Unported.
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